segunda-feira, 29 de setembro de 2014

CAPÍTULO 01



OBS IMPORTANTE: 

A história não está completa, disponibilizamos apenas os três primeiros capítulos para degustação. 

Paula ficou parada na frente da porta automática, pensando... Durante um tempo que jamais conseguiria determinar.

Só depois a atravessou e deixou o hospital, com a decisão definitiva: da mesma forma, sairia da vida de Letícia.

Ia esquecê-la. Mesmo se para isso precisasse... De quê? Ainda não sabia, mas iria... Na verdade precisava descobrir. O que não podia, não suportava mais, era ficar presa a falsas esperanças, sofrendo por um amor que tinha terminado, por uma pessoa que... Não estava nem aí.

Chegou em casa e continuava tudo igual: o irmão jogando videogame na sala com os amigos, a irmã brincando no quarto dela, os pais sem terem chegado de seus respectivos trabalhos...

Doeu.

Mais ainda... A percepção do quanto o que sentia parecia tolo, não fazia diferença, não tinha a menor importância, como era estúpida e irreal a impressão, a sensação que tinha, de que o mundo pararia e terminaria só porque tinha o coração ferido.

Sangrava...

Mas apesar disso, a vida prosseguia.

Cabia a ela trocar os curativos até que cicatrizasse. Deixando uma marca, bem verdade.

Serviria para lembrar e sinalizar para que, da próxima vez, tomasse mais cuidado.

Quando entrou no próprio quarto, foi pior ainda. O espaço há muito tinha deixado de ser só dela, estava repleto de lembranças.

O primeiro beijo...

A primeira vez...

Três anos de namoro, noites e dias intensos. Brigas, reconciliações e por fim...

O término.

Nem de olhos fechados conseguia deixar de sentir. Estava ali, em cada objeto, por todos os lados, quase palpável. Para onde quer que olhasse.

Letícia... Letícia... Letícia...

Na verdade, pior, muito pior...

A ausência dela.

Fechou e trancou a porta, os olhos cheios de lágrimas que se tornaram soluços. Algo tão corriqueiro nos últimos dois meses que quase já tinha se tornado um ritual.
Mas ao contrário de todos os outros dias depois que Letícia tinha terminado com ela, não se deitou na cama, não mergulhou no redemoinho até que ele a puxasse totalmente para o fundo.

Sem parar de chorar - mas sem nenhuma apatia naquele choro - começou a recolher todos os presentes, bilhetes, fotografias que encontrava, foi jogando tudo dentro da lixeira do quarto.

Era pequena demais.

Rapidamente começou a transbordar...

Parou com o cd de Belle & Sebastian na mão. Olhou para a dedicatória na capa:

“Esse é só o início da nossa trilha. Se depender de mim, eternamente juntas. Paula, você é o amor da minha vida!”

E lembrou...

Do dia, o instante exato em que o tinha recebido.

Letícia estendendo para ela, com um sorriso incrível... O beijo que se seguiu, e que perdurou... Enquanto se despiam... Se descobrindo, se encontrando, se revelando...

Juntas...

De um jeito assumidamente masoquista, colocou o cd na última faixa: "There's too Much Love", a mesma que havia embalado vários momentos de amor das duas, começando por aquele primeiro.

Durante um instante que pareceu infinito, ficou parada, apenas ouvindo...

Sem conseguir explicar, muito menos controlar o que estava sentindo.

Foi num outro tom, inteiramente enfurecido, que abriu o armário. E arrancou dos cabides, tirou das gavetas... A calcinha que Letícia mais gostava que usasse, a que tinha tirado dela com os dentes, a blusa que estava vestindo no aniversário dela, o vestido que fazia Letícia olhar para ela de um jeito deliciosamente tarado...

O armário estava quase vazio quando percebeu que, seguindo esse pensamento, todas as roupas que tinha precisariam ser descartadas.

Começou a rir no meio do choro que ainda não havia cessado... Levou as mãos à cabeça, as palmas na testa...

E gargalhou...

Da mesma maneira descontrolada como se deixou cair ajoelhada em cima do monte que as roupas tinham formado no chão, a dor ganhando uma nova companhia: a raiva... Que a fez repetir, vezes e vezes sem parar:

- Filha da puta! Filha da puta! Filha da puta!  

Enquanto batia em si mesma... No peito, nos braços e na cara... Até que a exaustão finalmente a fez deitar e permanecer ali, imóvel...

Largada sobre a própria frustração e mágoa, na escuridão mais profunda, silenciosa e vazia.





Continuava ali, no mesmo lugar, quando horas depois, a mãe bateu na porta:

- Paulinha... Abre...

Levantou e fez o que a mãe pediu, sem acender a luz. Inútil. Ela enxergava além.

Passou a mão no rosto dela carinhosamente. Depois a abraçou com força:

- Ah... Eu não consigo te ver assim... E não falar nada...

Beijou-a, segurou o rosto da filha entre as mãos e completou:

- Olha pra mim, Paula. Conversa comigo. Ou você não confia mais em mim?

Involuntariamente, Paula se soltou e recuou:

- Não se trata de confiar, mãe... É só que... Tem coisas que... Eu não tenho como falar pra ninguém, nem pra você.

Não adiantou. Na verdade, só piorou. A mãe acendeu a luz, viu o quarto todo revirado e... Assustou-se:

- O que aconteceu aqui?

Com um sangue frio que nem sabia possuir, Paula respondeu:

- Eu só estava tentando reorganizar...

O tom que a mãe usou fez Paula ter certeza de que ela tinha captado o dito e o não dito. Tudo que havia contido na frase:

- Parece que passou um furacão, uma tormenta... Ou quem sabe... Um tormento.

Entrou e fechou a porta atrás dela antes de finalmente dizer:

- Eu fiquei sabendo que você foi ver a Letícia no hospital. Como ela está?

Antes que pudesse formular a pergunta que tinha na ponta da língua, a mãe completou:

- O seu irmão me contou.

Amaldiçoou internamente o momento de desespero quando Leonardo ligou. Deixando-a não só incapaz de mentir ou fingir, mas também... Fora de si a ponto de chorar e falar com Felipe, o bestinha fofoqueiro de quatorze anos. Sem nem se tocar que, como sempre, o punheteiro iria correndo entregar tudo para a mamãe.

- Eu não vi a Letícia. Mas ela tá bem.

Olhou para a mãe e não aguentou:

- A namorada dela estava lá...

Foi o que bastou para começar a chorar. A mãe a abraçou, mas não disse nada. Ficou calada, escutando Paula:

- Ah, mãe... Eu ainda tinha esperança... Eu achava que... Ela ainda me amava... E a gente ia voltar... Mas depois de hoje... Ela... A Letícia tá em outra, eu... Também preciso... Mas eu não consigo... Eu não sei como...

Os soluços a impediram de continuar a falar. Deixou-se beijar, abraçar e acariciar, absolutamente fraca, como se voltasse a ser criança e precisasse do colo e dos conselhos dela.

- Filha... Isso vai passar.

Paula se sentiu... Totalmente idiota e infantil. Expressou isso com toda a sinceridade, enquanto fungava e soluçava:

- Eu... Eu sei que... É bobagem...

A mãe fez com que ela a olhasse:

- Não é bobagem. Nunca deixe ninguém, nem você mesma, dizer que o que você sente é bobagem.

Beijou-a antes de prosseguir, com a mesma seriedade:

- É importante sim. Agora. Mas daqui a pouco não vai ser mais.

Deixou que a mãe limpasse e enxugasse o rosto dela com as mãos, enquanto pensava... No quanto ela estava certa e tinha razão.

Estava quase tranquila quando os olhares voltaram a se encontrar.

- Paula, sabe o que nós vamos fazer? Encontrar alguma coisa que possa te dar prazer e te alegrar.

Olhou em volta e foi totalmente perspicaz:

- Roupas novas?

Arrancou de Paula um meio sorriso...

- Trocar a sua cama?

Que cresceu e se tornou inteiro quando a mãe arrematou:

- Vamos mudar toda a arrumação do seu quarto!

Paula estava sorrindo de verdade quando abraçou a mãe:

- Ah, mãe... Obrigada...





Assim que Paula chegou à escola, Sarah e Vitor a interceptaram no corredor. Não fizeram rodeios:

- A Letícia está aí.

A ausência dela havia se prorrogado por alguns dias depois do acidente, brindando Paula com uma estranha espécie de alívio... Que agora, chegava ao fim.

Não foi sincera com os amigos:

- E eu com isso?

Mas eles a conheciam:

- Achamos melhor te avisar...

- Pra você não entrar na sala e ter uma... Surpresa.

Ainda assim, continuou fingindo. Na esperança vã de que assim talvez conseguisse... Convencer a si mesma:

- Pra mim tanto faz. Não tô nem aí.

Sorriu... E voltou a caminhar... Em direção ao inferno que ainda duraria alguns dias, até as aulas terminarem e, com elas, o ensino médio.

Vitor e Sarah apenas se entreolharam antes de a seguirem.

Respirou fundo antes de atravessar a porta. Assim que entrou na sala, viu Letícia.

Como se sentisse a presença de Paula, ela se virou... Os olhos se encontraram... E Letícia sorriu.

Fazendo Paula sentir-se... Idiota e fraca...

Foi com muito esforço que desviou os olhos e dirigiu-se a uma das mesas. As pernas bambas, as mãos trêmulas, a boca seca... Precisava se sentar...

Antes que atingisse seu objetivo, ela a alcançou:

- Oi!

Engoliu em seco, esperando que ninguém, principalmente ela, notasse:

- Oi.

Como se tivessem vontade própria, os olhos a buscaram, subiram pelo corpo de Letícia, até encontrarem os olhos, a pulsação disparando, da mesma forma involuntária...

- Obrigada... Por você ter ido lá no hospital...

Paula não foi capaz de responder.

Felizmente, Vitor e Sarah a salvaram:

- Letícia! Tudo bem?

- Como você tá?

Letícia virou-se para eles sorrindo:

- Melhor impossível!

Não ouviu o resto.

Sentou-se, com a certeza de que aquele final de semestre seria... Torturante.

Felizmente, passou rápido, muito mais rápido do que Paula poderia supor, imaginar ou esperar.





Paula deixou escapar um suspiro antes de tomar mais um gole da long neck que segurava. Olhou para Sarah, que estava sentada no sofá ao lado dela, aos beijos com a namorada.

A felicidade da amiga a deixava numa estranha dualidade de sentimentos. Feliz por ela, mas... Ao mesmo tempo... Aquilo parecia apontar, exacerbar, deixar ainda mais sensível a solidão em que se encontrava. 

Desde a formatura, dois anos atrás, nunca mais tinha visto Letícia. Feliz ou infelizmente, não sabia ao certo. Cursavam faculdades diferentes e os amigos em comum haviam se dividido, como bens repartidos, então não tinham mais nenhum contato.

Depois que ela e Letícia haviam terminado, tinha ficado com outras garotas - poucas - feito sexo com um número menor ainda... Apenas duas. Na verdade, tinham sido momentos efêmeros e superficiais. Nenhum que a fizesse sentir... O que realmente desejava. Exatamente por isso, fazia mais de seis meses que... Nada. 


Levantou e se afastou... Sem que ninguém reparasse. Caminhou pela festa, passando entre as pessoas como tinha feito durante os últimos vinte e quatro meses: como se não estivesse ali de verdade.

Foi até a sacada, afastou-se do casal que se agarrava num canto. A última coisa que queria era atrapalhar... Quem tinha o que lhe faltava.

Debruçou-se na murada, olhou para a rua, observou com uma desatenção despreocupada os carros que passavam lá embaixo. Bebeu mais da cerveja que ainda segurava... E riu... Em parte de si mesma... Em parte por ter bebido um pouco além do que estava acostumada...

- Será que eu posso rir com você?

Ficou absolutamente sem graça.

Até olhar para a garota que sorria para ela, de um jeito que deixou Paula incrivelmente interessada.

Já a tinha visto várias vezes na faculdade. Estava em um dos últimos semestres de... Odontologia, talvez? Não tinha muita certeza. Só sabia que ela dividia apartamento com a melhor amiga da namorada de Sara, já tinha até ido numa festinha na casa delas.

Vasculhou a memória à procura do nome... Mas não precisou se esforçar. Ela estendeu a mão, como se lesse seus pensamentos:

- Natália.

Colocou a mão na dela e... Estranhamente, o simples contato das peles fez a voz soar fraca:

- Paula.

Nenhuma das duas retirou a mão, muito pelo contrário. Natália apertou a de Paula de leve:

- Eu sei o seu nome... Faz um tempinho já.

Voltou a sorrir. Paula correspondeu sem nem sentir... Os olhos igualmente colados.

Nenhuma das duas disse mais nada, aproximaram-se, atraídas por uma força irresistível...

Quando as bocas se encontraram, Paula não conseguiu compreender de imediato, por que... Derrubava todas as certezas que tinha... De que não sentiria aquilo com ninguém mais...

Não foi capaz, nem quis pensar no que significava ou deixava de significar.

Entregou-se...

Permitiu-se ser tragada, mergulhou sem pudores, barreiras ou ressalvas no prazer que o toque dela causava...

Quando deu por si estava encostada na parede, os dois corpos se friccionando de uma forma deliciosamente incendiária...

Natália subiu a boca pelo pescoço dela e sussurrou, com a mesma arfante dificuldade que Paula sabia que também teria se tentasse falar:

- Vamos... Pra minha casa?

Concordou com um aceno de cabeça, sem soltá-la.

Foi Natália que se afastou, apenas o suficiente para colocarem as roupas no lugar. Depois segurou Paula pela mão e a puxou pela sala em direção à saída. Antes que a alcançassem, Paula se viu obrigada a pará-la:

- Espera... Eu preciso muito ir no banheiro.

Natália sorriu:

- Tá. Te espero aqui.

A urgência dupla fez Paula ser rápida. Felizmente não havia fila, em questão de poucos minutos já estava saindo do pequeno lavabo, pronta para voltar para Natália.

Assustou-se.

Ficou inteiramente paralisada.

Quando se deparou com Letícia, tão perto da porta que, quando a atravessou, praticamente caiu em seus braços.

- Paula...

Foi a única coisa que Letícia disse, antes de segurar Paula pela cintura, puxá-la para si e beijá-la...





Por mais que Paula soubesse que deveria... Que precisava...

Foi impossível resistir.

A fraqueza a derrotou com uma força inabalável, que respondia única e exclusivamente à saudade, à vontade, à incapacidade de negar a própria necessidade.

Naquele momento, a razão pareceu abandoná-la.

A única coisa que importava era a boca, os lábios, a língua, as mãos... A perfeição do encaixe, da fusão, da fissão...  

A respiração que se alterava, entrando num ritmo que repetia: Letícia... Letícia... Letícia...

Com os braços enlaçando-a pelo pescoço, a única coisa que Paula conseguiu fazer foi deixar...

O corpo inteiro se entregar, se arrebatar, se extasiar...

Como se ali, com ela, a existência começasse e terminasse.

- Vem comigo.

Letícia sussurrou, fazendo com que Paula voltasse a si. Gaguejou um protesto fraco:

- Não, eu... Não...

Abriu os olhos bem a tempo de ver... Natália parada a alguns metros, olhando para as duas, antes de virar-se e afastar-se.

Ficou absolutamente dividida... Entre correr atrás de Natália e desculpar-se... Ou permanecer nos braços de Letícia.

- É sua namorada?

Não foi a pergunta, mas a resposta que fez com que se decidisse:

- Não.





Letícia estava diferente.

Não só por ter carro, ou por ter mudado o estilo de roupas que usava, mas... Paula não sabia definir de uma maneira exata, não passava de uma sensação, algo abstrato.

Como se percebesse o que Paula estava pensando - pelo menos em parte - Letícia olhou para a própria roupa, fez uma careta e tentou se justificar:

- Vim direto do estágio.

Paula apenas acenou com a cabeça, preferindo não revelar para Letícia... O quanto ela ficava linda vestida de um jeito mais formal.

- A Júlia acha que nunca é cedo para se começar a trabalhar e a minha mãe concorda com ela, claro! Como sempre... Em gênero, número e grau.

Riu com uma ironia quase ácida, a mesma que usou ao completar:

- Mas não posso reclamar, muito pelo contrário. Afinal, ela me arrumou o estágio perfeito, exatamente no telejornal que eu queria.

O olhar de Paula... Disse mais do que mil palavras. Letícia compreendeu de imediato:

- Eu gosto da Júlia. Ela faz a minha mãe feliz de verdade.

Impossível para Paula deixar de dizer:

- Não foi o que pareceu.

Letícia tentou se esquivar:

- É complicado demais, não sei explicar.

Mas Paula pediu:

- Tenta?

 Depois de um suspiro, Letícia falou:

- Ah, sei lá... Só falei assim por que é com você, foi tipo... Uma espécie de desabafo. Com qualquer outra pessoa eu mediria minhas palavras.

Não era, nem de longe, o que Paula queria saber. Insistiu:

- Não quer me contar?

Foi a vez de Letícia pedir:

- Vamos mudar de assunto?

Num tom que fez Paula desistir:

- Tudo bem.

Mas era claro que não estava.

Um silêncio absolutamente incômodo se estabeleceu.

Foi Paula que o interrompeu:

- Pra onde estamos indo?

Quando Letícia pegou um caminho desconhecido.

- Pra minha casa.

Ela sorriu... Lindamente... Antes de completar:

- É mais uma longa história, quer escutar?

Paula nem precisou pensar, estava verdadeiramente interessada:

- Claro.

O tom que Letícia usou foi impessoal, quase distanciado:

- Meu pai casou de novo e se mudou. Então vendemos o apartamento, o Léo comprou um e eu comprei outro. Com a ajuda da minha mãe, óbvio. Mais uma das muitas vantagens de ter Júlia Prantine como madrasta. Dinheiro não é problema.

O jeito que Letícia disse a última frase... Fez Paula voltar a questioná-la:

- Então qual é?

Letícia compreendeu. Para Paula era claro. Ainda assim, tentou disfarçar:

- O quê?

Paula foi direta, não mediu as palavras:

- O seu problema.

Letícia riu... De um jeito assustadoramente amargo:

- Nenhum. Sou uma afortunada.

Paula não teria insistido, nem perguntado mais nada. Foi Letícia que completou, num tom completamente diferente, doce e suave:

- Eu sinto a sua falta.





Depois disso, Paula não viu o apartamento, na verdade ela não viu nem quis ver mais nada... Além de Letícia... Era só ela que interessava.

As roupas caíram lentamente, bem devagar... Em meio a milhares de beijos e carícias sem pressa alguma, estavam as duas no mesmo ritmo absolutamente sensorial...

Gosto, cheiro, som, tato...

E a imagem...

Da pele ao desnudar-se...

Até ficarem inteiramente despidas... De si mesmas e parecer que... Somente uma na outra... Era a única forma de se reencontrarem...

- Paula... Paula... Eu te amo... Paula...

Letícia repetiu, ondulando sobre e sob a boca, o corpo, as mãos, os dedos, a língua de Paula... De forma incansável...

E Paula correspondeu, acolhendo-a e acompanhando-a integralmente, ofegando com a mesma vibrante, veemente e cúmplice intensidade:

- Eu também, Le... Te amo muito... Demais...

Compartilharam aquele amor que julgavam perdido... Sem limites, barreiras ou entraves... Durante aquela noite inesquecível, que pontuou uma passagem...

A consciência da diferença que existia... Entre o que queriam, o que poderiam....

E a realidade.





Acordaram com a campainha tocando sem parar e batidas furiosas na porta:

- Letícia! Eu sei que você está aí! Letícia, abre!

Paula sentou na cama, instintivamente enrolada no lençol, e olhou para Letícia, que deixou escapar baixinho:

- Puta que o pariu...

Antes de levantar e começar a se vestir.

Perguntou o que já sabia:

- Quem é?

Apenas para que Letícia constatasse:

- A minha namorada.


CONTINUA... 




ATENÇÃO: Os direitos autorais desta obra foram adquiridos pela Editora Vira Letra, que irá publicá-la em versão impressa (livro) e digital (ebook), por isso a história não está mais disponível na íntegra. 


Para deixar seu comentário acesse:
http://oinfinitoemoutrasvoltas.blogspot.com.br/2014/09/capitulo-01.html#comment-form



postado originalmente em 29 de Setembro de 2014 às 18:00.




https://www.youtube.com/watch?v=FXAbar6PzRA 

 



40 comentários:

  1. E esse pessoal deixou ficar faltando as cotas necessárias para o 2º cap... Vamos lá povo... contando moedinhas pq a coisa vai ser boa...
    Q começo foi esse... de descornada chorona a Paula tá me saindo uma bobona... e eu q sou tão apaixonada por ela... Qdo conhece uma guria legal vai pros braços da Letícia de novo... e com a namorada a tiracolo batendo na porta enlouquecida...
    Letícia arrasando corações e Paula pagando micos...

    Adorei... torcendo mto pro 2º cap sair o qto antes...

    Parabéns Di... arrasando como sempre.

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    1. Obrigadíssima, amiga!
      Vamos ver o que acontece, né?
      Muito cedo pra saber... kkk
      Acho que sou a mais ansiosa aqui, viu? Louca pra postar o Segundo Capítulo!
      bjo ultra super mega hiper imensamente giga infinito no coração!

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  2. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaa! (Sim, isso é um grito!! kkk)
    O que dizer??! Não sei!! Desculpem, mas PUTA QUE PARIU, Diedra!!
    Que sacada de Gêniaaa foi essa!! Simplesmente amei saber que a continuação vai ser com Letícia e Paula!
    Criou um universo paralelo na minha cabeça. Mistura de nostalgia com ansiedade!! Ai meu Deuss!! kkk
    Simplesmente amei!! E gosto que começa bem no estilo "A la Sapatone", nehh!! kkkk
    Que venham os próximos!! Plisss!!! BjOn! :-*

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    1. kkkkkkkkkk
      Sarah Jhennifer, sua linda!
      Vc não sabia? Tô dizendo isso faz 3 meses! kkk
      E olha só que bom: Carla e Júlia vão ser coadjuvantes agora... Vai dar pra matar a saudade (espero!), né?
      Adorei o "A la Sapatone", rindo muito aqui disso... kkk
      Espero que continue gostando!
      bjo muito mais que super mega imensamente hiper giga no coração! :)

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    2. kkkkkkkkkkkk Foi até bom que eu não sabia!! A emoção foi maior!! ;)

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    3. UFA!
      Que bom que a surpresa foi boa!
      Pq eu avisei exatamente pra ninguém me xingar depois... kkk
      ;)

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  3. Boa noite Diedra!
    Feliz, feliz, feliz e feliz!!!
    Já disse que estou feliz? kkkk
    Muito ansiosa também, muito mesmo! Porém confesso que estava com saudade de toda essa adrenalina. Capítulo de estréia superando expectativas, só achei curto, mas é sempre assim e no melhor da festa como sempre eis que surge "cenas do próximo capítulo" kkkkkk Porém entendo... Faz parte do show!
    Estou sentindo cheiro de sucesso!!! Uhuuuuu!
    Sei que muitas pedras ainda vão rolar, e que este é apenas o começo ou seria, na verdade um....

    ...Recomeço
    Maria Gadú

    Você sumiu, desarvorei
    Eu não pensei levar um nó
    Te destratar não destratei
    Eu sempre dei o meu melhor

    E não sei como aconteceu
    Pensava eu ser teu herói
    Só essa dor não me esqueceu
    Foi me apertando e como dói

    De alguma coisa isso valeu
    Ficou mais claro quem sou eu
    Brilhou o sol onde foi breu
    E a minha vida começou

    E quando viu que eu tava bem
    Foi de meu bem que me chamou
    Mas pra você nem fica bem
    Pedir perdão, dizer que errou

    Não diz que sim, não diz que não
    Não diz que deu e nem constrói
    Não deu valor ao que foi seu
    Se arrependeu e isso lhe rói

    De alguma coisa isso valeu
    Ficou mais claro quem sou eu
    Brilhou o sol onde foi breu
    E a minha vida começou

    Ficou mais claro quem sou eu
    E a minha vida começou
    Brilhou o sol onde foi breu
    E a minha vida começou

    E quando viu que eu tava bem
    Foi de meu bem que me chamou
    Mas pra você nem fica bem
    Pedir perdão, dizer que errou

    Não diz que sim, não diz que não
    Não diz que deu e nem constrói
    Não deu valor ao que foi seu
    Se arrependeu e isso lhe rói

    De alguma coisa isso valeu
    Ficou mais claro quem sou eu
    Brilhou o sol onde foi breu
    E a minha vida começou

    Ficou mais claro quem sou eu
    E a minha vida começou
    Brilhou o sol onde foi breu
    E a minha vida começou
    https://www.youtube.com/watch?v=1xgwBIuhO0Y

    Ficou mais claro quem sou eu
    E a minha vida começou
    Brilhou o sol onde foi breu
    E a minha vida começou

    Diedra, seja o que for (começo ou recomeço de uma grande história) estou muito feliz porque agora toda semana terei esse imenso prazer me deliciar com mais um de seus romances!
    Obrigada!
    Beijo!

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    1. Oi Rosana!
      Td bem, linda?
      Tava com saudade dos seus comentários musicais, viu?
      ADOROOOOOOOOO!!!
      Muito, mas muito obrigada mesmo minha amiga!
      É bem difícil a continuação superar ou se igualar a primeira parte, mas... Esse é o desafio, né?
      Estou peitando, espero conseguir! ;)
      Achou pequeno o cap? E olha que a Carla Gentil disse que tava enorme! kkk
      Confesso que estou louca pra postar o Segundo Capítulo, estou quase doando eu mesma as cotas que faltam! kkkk
      bjo muito mais que ultra hiper ultra mega imensamente giga e especial no seu coração!
      PS: Como anda a produção de bonecas? Se eu tivesse uma pra me ajudar a escrever... Escreveria mais, né? kkk

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    2. Oi Diedra!
      Estou ótima!
      Tenho certeza que vai vencer esse desafio. Será mais um grande sucesso e tenho certeza que logo, logo serão alcançadas as cotas para o segundo capítulo! E diga a Dona Carla que o capítulo não ficou enorme coisa nenhuma kkkkk
      Breve, breve terá ajuda e companhia para escrever seus romances kkkk
      Produção em alta... Aguarde!
      Beijo!

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    3. kkkkk
      Ebaaaaaaaaaa!!! :)
      Vou botar ela aqui comigo na minha mesa, vou levar nas apresentações... Te mando as fotos! Aguardando ansiosa a chegada da Diedrinha, viu? kkk ;)
      bjin!

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  4. Momento feliz do dia de hoje, a leitura da continuação do infinito....kkkkk
    Saudades das personagens e da sua escrita!!!!
    E para começo vc arrasou, já tou aqui em desassossego à espera da postagem do próximo...
    Bjs
    Sandra

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    1. Oi Sandra!
      Que maravilha "te ver" por aqui"
      Obrigadíssimaaaaaa!!!
      Bom, O INFINITO está de volta, espero que Paula e da Letícia sejam tão interessantes quanto Júlia e Carla... Que, aliás... Vão aparecer no Segundo Capítulo... Pra matar um pouco a saudade... ;)
      bjo mega ultra hiper suuuuuuuuper imensamente giga no coração!

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  5. Amor, nem sei como definir-me... Se Feliz, se exultante...
    Feliz por poder te ler... Exultante por poder te ver e ler... E ver... E Ler... Ver... Ter... Minha... Sua... Te amo!
    Exultantemente feliz! Assim me vejo ao te ler...E ver...rs
    Já é um sucesso.


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    1. Amor...
      Não vou responder com palavras, mas... Com certeza, vc vai ver... E ler... E ver... E ter...
      A resposta...
      Bem de perto... ;)
      Tbm te amo!

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  6. Diedra, preciso te dizer que estou desde o dia em que vc nos contou que teria uma "continuação" do infinito, assim... Ansiosa não seria suficiente... Acho que, vivendo, respirando Paula e Letícia...
    Li o capítulo quase que com desespero, devorando, rápido demais... Tanto que tive que reler pra poder absorver tudo, cada detalhe. Tô até agora com o coração acelerado, apertado, tudo ao mesmo tempo. Feliz, muito feliz, mas extremamente ansiosa para o próximo. Parabéns pelo novo trabalho, e sorte pra vc é dispensável pq o sucesso já é garantido. Ah, e por favor não nos maltrate muito... Coloca juízo na cabeça da Letícia logo.

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    1. Cah,
      Obrigadíssima, linda!
      Confesso que estou respirando Paula e Letícia aqui tbm, viu?
      É engraçado isso, pq foi tão difícil desapegar de Carla e Júlia... Como foi antes da Maria Lua, e antes da Ana Clara...
      Com relação a Letícia... Vamos ver, né?
      bjo suuuuuuper mega giga hiper ultra imenso e especial no seu coração!

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  7. Olá Diedra,adorei o primeiro capitulo como tudo que você escreve.Você tem o poder de escrever com a alma,nos transmite os sentimentos das personagens.Como se vivêssemos a historia junto com elas,as vezes choramos como elas,nos irritamos,amamos,sentimos saudades...enfim sentimos com as personagens.Com a sua escrita não somos apenas telespectadores,também somos os personagens.Entramos na historia,não é uma simples leitura e sim uma aventura cada capitulo.Parabéns por mais esse trabalho maravilhoso que se iniciou.

    Caroline Viana

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    1. Nossa, Caroline...
      Vc me deixou emocionada aqui... Muito, mas muito obrigada mesmo!
      Eu juro que tento, pq... Não é fácil lutar e capinar e lapidar as palavras e como diria Júlia Prantine: "dificilmente consigo chegar ao que eu gostaria. Geralmente fico... Bastante insatisfeita com o meu desempenho..."
      Mas um comentário desses me incentiva - e muito! - a continuar...
      Obrigadíssimaaaaaaa!!!
      bjo muito mais que imensamente ultra hiper mega suuuuuuuper gigantesco e especial no seu coração, linda! :)

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  8. A energia que move a vida da gente é uma coisa muito engracada. Comecei o dia triste, como ha muito tempo eu nao ficava; me lembro como se fosse hj... quando li " dez coisas que odeio em vc" e como aquele conto me fascinou, me instigou, e me encheu de duvidas, e eu comecei a virar noites lendo ( como ja te disse varias vezes). E aí eu chego pra ler um conto novo e logo a citação, a primeira coisa que eu li, define meu momento e me trouxe simplesmente, paz. O que que eu posso dizer? Que ja tô fascinada, que ja adoro a historia, que ja to ansiosa e que vc me prende na leitura sem fazer esforço; e sabe pq? Pq alem de escrever com dedicação e cuidado, vc escreve com a alma... eu esperava a julia e nao a paula, não sabia que vc planejou a continuacao assim, e no fim isso nao fez a menor diferenca pq eu ja tô fascinada e louca pra conhecer a historia toda. Cara, a única coisa que define o capitulo um da sua bistoria eh FODA, VC EH FODA!.... so posso te desejar inspiração..mais nada...bjo grande... Carol

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    1. Carol Sena, Carol Sena...
      E agora? Como responder um comentário desses, me fala?
      Só posso agradecer MUITO MUITO MUITO MUITO MUITO OBRIGADAAAAA!!!
      Pensei que tod@s soubessem que a continuação era a história de Letícia e Paula, eu divulguei isso o máximo que pude pq não queria ser xingada... kkk
      Mas que bom que vc gostou!
      Sou suspeita pq já tô apaixonada pelas duas e por isso mesmo estava tensa e ansiosa pq não sabia como elas seriam recebidas, afinal... Júlia Prantine sempre será Júlia Prantine! kkk
      Tomara que eu tenha inspiração suficiente pra não decepcionar, prometo fazer o meu melhor!
      Espero que vc continue acompanhando, gostando e... Comentando, é claro!
      Obrigadíssima!
      bjo muito mais que hiper ultra imensamente suuuuuuper mega giga no seu coração! :)

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  9. Cara, eu me vi na Paula, eu vivi a Paula ha alguns anos atrás. Como tu consegue isso? Consegue traduzir em palavras td aquilo que sentimos, externiza de uma maneira unica!!!
    Serio, to com a Letícia atravessada desde o 'Infinito em Duas Voltas', agora to ainda mais!!
    Agora é esperar, né?
    Nem preciso dizer que amei, né? Que valeu cade dia de espera.
    Bjo ultra mega power. :-*

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    1. Oi Amanda!
      Td bem?
      Obrigadíssima! :)
      Só te peço paciência com a Letícia, tadinha... Só tem 17 anos e ainda é muito mimadinha, a Carla passou demais a mão na cabeça dela, viu? kkk
      Mas... Te garanto que um dia ela cresce... E amadurece.
      Se a Júlia conseguiu, Letícia tbm consegue... Espero!
      Veremos, né?
      bjo mega hiper ultra super imensamente giga no seu coração, linda! :)

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  10. Diedra parabéns mais uma vez...
    O romance começou do jeito que mais me encanta, o padrão Diedra de escrita perfeita.
    Apesar de saber que não é o foco do romance, mas deu uma saudade básica de Carla e Júlia. ;)

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    1. Lya, sua linda!
      Obrigadíssimaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
      Carla e Júlia vão aparecer, fica tranquila! Claro que agora elas são coadjuvantes, mas... Dá pra matar a saudade, né?
      Espero que continue acompanhando, comentando e... Gostando, claro! kkk
      bjo muito mais do que ultra suuuuuuuper imensamente hiper mega giga no coração! :)

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  11. Ps. Mesmo no começo, já entrou para a lista dos favoritos!!

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  12. Minha gente o que é isso? Começou já instigando misturando tudo que há de melhor e mais uma pitada de romance. Omg essa mulher um dia mata meu coração. Parabéns Di começou daquele jeito maravilhoso. Mais uma história que não sai da minha cabeça, mais uma história que me deixou viciada, mais uma história que eu estou LOUCA para saber o que vai acontecer. Com uma maestria imensa começou como deveria, como todos esperávamos, ou melhor muito MELHOR do que qualquer uma poderia imaginar. Obrigada Di pela literatura de qualidade, pelos suspiros intermináveis, pelas verdade lidas e sonhos realizados. Parabéns mil vezes

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    1. D, Oliveira, sua linda! :)
      Muito, mas muito obrigada mesmo, viu?
      Poxa, vc nem imagina o quanto me deixou feliz, pq é uma continuação, mas é outra história então... Eu não sabia bem como seria a reação de quem lê...
      Muito feliz e emocionada aqui...
      bjo muito mais que mega super ultra hiper imensamente giga e especial no seu coração!

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  13. Caraka moleque, Sou fã desde quando conheci seus contos merece concerteza um FILME, rsrs. Amo amo amo, Parabéns Diedra que vc continue escrevendo lindamente.
    Bjs bjs bjs .

    Ps:Bruna Duarte.

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    1. Bruna, sua linda!
      Muito, mas muito obrigada mesmo!!! :)
      bjo suuuuuuuuuuuper imensamente hiper ultra mega giga no coração!

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  14. Eu gosto desse jeito que você capta o melhor e o pior da adolescência, a total inconseqüência dos atos guiados pelos sentimentos, já estou muito feliz em poder acompanhar essa continuação, sucesso Diedra!
    Gi

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    1. Oi Gi!
      Td bem?
      Obrigadíssimaaaaaaaaaaaaa!
      Eu juro que tento, viu? ;)
      Espero que vc continue acompanhando, gostando e comentando!
      Pleaaaaase?! kkkk
      bjo hiper ultra super especial e imensamente mega blaster no coração!

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  15. amei,estava ansiosa por esse conto,e começou maravilhosamente bem!!! Vc é demais Di!! bjão enorme. ass: aninha arwen(aninha gomes)

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    1. Aninha!
      Minha amiga querida!
      Td bem?
      Tava sentindo sua falta, viu?
      Obrigadíssimaaaaaaaaaaaaaa!!!
      Que bom que vc gostou!!! :)
      E que tá acompanhando!!!
      bjo muito mais que ultra hiper imensamente suuuuuper mega giga blaster no seu coração, linda!

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    2. to sempre te acompanhando e não perco um conto novo seu hehehe ,amo o que vc escreve!!! bjs enormes e gigantescos!!!! ass aninha arwen

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    3. Aninha, sua linda!
      Como te agradecer? Já sei! Desejo...
      Uma Maria Lua pra vc, viu? ;)
      kkkkkk
      bjin!

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  16. Um dia navegando pela internet buscando algo para ler e me deparo com uns de seus contos e foi amor a primeira vista, me encantei pelo seu modo de escrever. Só reparei que esse era a continuação de o infinito em duas voltas quando li o nome de Julia Prantine e devo confessar que surpresa maravilhosa em saber que essa história terá continuação. Amo os seus contos e confesso que já li alguns mais de uma vez. Sua forma de escrever nos transporta, nos faz entrar no mundo das personagens, obrigado por causar essas sensações e acelerar o coração a cada palavra lida. Parabéns pelo seu trabalho. Ansiosa pelo próximo capítulo. Carla Cerqueira.

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    1. Oi Carla!
      Td bem, linda?
      Muito, mas muito obrigada mesmo pelo comentário, viu? :)
      Na verdade na continuação Carla e Júlia são coajuvantes, mas... Júlia Prantine é Júlia Prantine! Mesmo num papel menor ela rouba a cena! kkk
      No Cap 02 (que vai sr postado hj às 18h) ela já aparece...
      Espero que vc goste!
      bjo ultra hiper super mega giga blaster imenso e especial no coração!

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  17. Rá! E depois de infinitas voltas, eis-me aqui para encher de curiosidade, ansiedade e prazer com mais uma obra prima sua! Vou começar a ler e vou comentando aos pouquinhos!!!! Uhuuuu Sds, Di!
    Bjs Jenny Hunter!

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    1. Uhuuuuuuuuuuuuu!!!
      Jenny Hunter, amiga muito mais que queridaaaaaa!!!
      Que maravilha te "ver" por aqui, tava sentindo sua falta, viu?
      MUITA saudadeeeeeeeee, lindona!
      bjo infinita e imensamente suuuuuuuuuuper hiper ultra mega giga blaster no seu coração!

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